30 de maio de 2010

Tesouros

Depois da lição sobre a técnica dos retalhos portugueses fui consultar as coisas mais antigas que tenho sobre lavores, oferecidas pela minha avó paterna. Devem ser de meados dos anos 50, pois numa delas encontrei uma ficha de avaliação do Colégio do meu Pai e, confirma-se, tudo excelentes notas.
A minha avó enrolava os fins das linhas de bordar em rolinhos de papel branco. Recentemente, desenrolei um deles e descobri que eram feitos com o papel de embrulho das retrosarias onde essas linhas eram adquiridas. Outras vezes com os próprios recibos dessas compras, com o que reconfirmei (já sabia...) que esta paixão é mesmo hereditária! Também fiquei a saber que o telefone da Casa do Chinez em Vila Real era o n.º 37.  Não sei se já incluía o indicativo...
Estou ansiosa por ir à caixa de costura da minha Mãe desenrolar todos os rolinhos, um a um, sabe-se lá o que irei encontrar!

Retalhos

Foi uma manhã memorável! Mais um workshop na Retrosaria da Rosa Pomar, desta vez para aprender os retalhos à portuguesa (e espanhola). Todas se identificaram imediatamente com esta técnica que tem tanto de eficaz como de bonita. Até os pequenos (!) erros lhe ficam bem. É claro que os tecidos foram escolhidos pela Rosa, o que foi meio caminho andado para o lindo resultado final. A reportagem completa no site da Ervilha Cor de Rosa.
Nem sei como é que no Minho não se fazia disto...

A Gata Mia


Há muitos anos desejada, mas só recentemente prometida, eis que se concretiza o sonho dos meninos: "uma gatinha para amar!"

Bonecas (e tecidos) de Cabo Verde

No Portugal dos Pequenitos...

Portugal dos Pequenitos

Conímbriga


Orquídeas no Jardim Botânico da Ajuda



14 de maio de 2010

fogo, terra, água e ar

Queria saber se as maravilhosas chitas portuguesas - habitualmente usadas inteiras, aos metros, em colchas, coberturas e cortinas - eram conjugáveis com os lindíssimos tecidos americanos feitos propositadamente para patchwork. Esta combinação pareceu-me perfeita, para fazer um saco de pano, de aspecto bem datado, com a técnica que aprendi aqui.
Mas quando, depois de cosidos, os fui fotografar à janela do quarto da F., percebi que era lá que pertenciam, em forma de almofada.

12 de maio de 2010

Museu Nacional do Azulejo


O Museu vale bem uma visita demorada!
De tão presentes que são quase não damos por eles, sempre lindíssimos e portugueses.

 Para as crianças, houve um atelier divertido, à volta da história do chapeleiro, lida directamente dos azulejos, que incluiu chapéus feitos à medida, decorados, por cada menino, com as "ideias do pensamento".
 Como já suspeitava, fui lá encontrar muitas cores e padrões que vejo nos meus tecidos...