15 de agosto de 2010
10 de agosto de 2010
afinidades

Este livro é maravilhoso!
Vale a pena vê-lo com mais detalhe e fazer figas para que volte a ficar disponível na Retrosaria, onde o comprei.
Todos os modelos têm qualquer coisa de muito especial e, de tanto os ver, já os baptizei de "o casaco da F.", "o meu colete", "a camisola do J.", e por aí em diante, abrangendo familiares e amigos e tendo em conta várias datas festivas!
Estou ansiosa por deitar mãos à obra o que acontecerá logo que o termómetro o permita!
1 de agosto de 2010
Oriente
A minha paixão por tecidos japoneses vem de longe, penso que teve origem num kimono pendurado atrás da porta do quarto dos meus Avós...
Desde então, e com a facilidade da net e do correio, fui comprando alguns centímetros disto, outros daquilo, um pouco por instinto e sem nada perceber sobre o seu significado.
Mas do caos veio nascer a ordem desde que recebi este livro em que se desvenda a chave da belíssima estética dos padrões japoneses. De uma querida Amiga que, num deslumbrante Oriente, teve a generosidade de reconhecer uma joaninha...
Desde então, e com a facilidade da net e do correio, fui comprando alguns centímetros disto, outros daquilo, um pouco por instinto e sem nada perceber sobre o seu significado.
Mas do caos veio nascer a ordem desde que recebi este livro em que se desvenda a chave da belíssima estética dos padrões japoneses. De uma querida Amiga que, num deslumbrante Oriente, teve a generosidade de reconhecer uma joaninha...
28 de julho de 2010
revistas novas!
Adoro crochet, mas não é fácil encontrar modelos interessantes que nos apaixonem e nos façam querer deitar mãos à obra. Adorei o post da Anna Maria Horner sobre o assunto e a sugestão da revista Summer Crochet que, entretanto, também já tenho e é, de facto, inspiradora. A maior parte dos modelos, se feitos em lã, podem perfeitamente ser Winter Crochet! E já tenho alguns projectos em mente!
Pelo caminho, não resisti à última edição da revista da Rowan, já para a nova estação, e que também tem coisas maravilhosas.
27 de julho de 2010
Treasure-trove: Ansel Adams
Já aqui tinha falado dele, é um dos meu fotógrafos preferidos. A CNN conta que 65 negativos em vidro, comprados em 2000 por Rick Norsigian, um professor de Fresno (apaixonado pela busca de antiguidades em feiras e vendas de velharias), na Califórnia, numa venda de garagem, são da autoria do fotógrafo norte-americano Ansel Adams, valendo 200 milhões de dólares, bem mais do que os 45 dólares pagos pelo actual proprietário.
Como é que as fotografias, desconhecidas até então, passaram da mão de Ansel Adams para a dita venda de garagem é um verdadeiro mistério, o que torna ainda mais emocionante a observação das fotografias, pensa-se que tiradas entre 1919 e princípios dos anos 30.
As imagens estão temporariamente disponíveis em http://www.lostnegatives.com/, onde se conta a história desta descoberta, e onde se podem adquirir impressões das fotografias.
Ficam aqui alguns desses tesouros.
Como é que as fotografias, desconhecidas até então, passaram da mão de Ansel Adams para a dita venda de garagem é um verdadeiro mistério, o que torna ainda mais emocionante a observação das fotografias, pensa-se que tiradas entre 1919 e princípios dos anos 30.
As imagens estão temporariamente disponíveis em http://www.lostnegatives.com/, onde se conta a história desta descoberta, e onde se podem adquirir impressões das fotografias.
Ficam aqui alguns desses tesouros.
24 de julho de 2010
:-) ~~~~~~~~~~~~~
Antes de rumar para a tão desejada praia de águas quentes e verdes pinos, a minha querida F. ainda concedeu docemente figurar sob a manta, pronta há já mais de uma semana, mesmo a tempo dos 41ºC que se fazem sentir em Lisboa.
muito mais a norte
As visitas dos meus Pais a Lisboa são vividas com grande expectativa e alegria. Com eles vamos descobrindo o que sempre esteve dentro de nós.
Desta vez a minha Mãe trouxe-me um livrinho do séc. XIX, com letras para bordar em ponto de cruz e um marcador antigo, lindo, forrado e debruado em ceda rosa, e bordado a vermelho, mesmo como eu gosto, que pertenceram às tias de Lamego.
Desta vez a minha Mãe trouxe-me um livrinho do séc. XIX, com letras para bordar em ponto de cruz e um marcador antigo, lindo, forrado e debruado em ceda rosa, e bordado a vermelho, mesmo como eu gosto, que pertenceram às tias de Lamego.
27 de junho de 2010
A minha Mãe e eu (Dezembro 1974)
O colete foi comprado em Londres (1973), cheguei a usá-lo, mas depois perdi-lhe o rasto. Adoro-o e é fácil perceber porquê. Agora que já sei a técnica, vou tentar fazer um igual, mas com lãs portuguesas.
Aprender a cores...
... com a Rosa Pomar, na Retrosaria.
Vimos imagens da história da malha feita a cores, aprendemos com instruções claras e pacientes, executámos a partir de um padrão lindo e com materiais excelentes, em óptima companhia!
Depois desta lição, dá vontade de experimentar todas as combinações de cores, nas mais variadas peças de vestuário.
Aqui a reportagem completa.
Vimos imagens da história da malha feita a cores, aprendemos com instruções claras e pacientes, executámos a partir de um padrão lindo e com materiais excelentes, em óptima companhia!
Depois desta lição, dá vontade de experimentar todas as combinações de cores, nas mais variadas peças de vestuário.
Aqui a reportagem completa.
26 de junho de 2010
18 de junho de 2010
apetece
vão-se alternando os dias de verão com os de meia estação, de tal modo que nem sei se é "já" ou "ainda" apetece...
10 de junho de 2010
8 de junho de 2010
2 de junho de 2010
30 de maio de 2010
Tesouros
Depois da lição sobre a técnica dos retalhos portugueses fui consultar as coisas mais antigas que tenho sobre lavores, oferecidas pela minha avó paterna. Devem ser de meados dos anos 50, pois numa delas encontrei uma ficha de avaliação do Colégio do meu Pai e, confirma-se, tudo excelentes notas.
A minha avó enrolava os fins das linhas de bordar em rolinhos de papel branco. Recentemente, desenrolei um deles e descobri que eram feitos com o papel de embrulho das retrosarias onde essas linhas eram adquiridas. Outras vezes com os próprios recibos dessas compras, com o que reconfirmei (já sabia...) que esta paixão é mesmo hereditária! Também fiquei a saber que o telefone da Casa do Chinez em Vila Real era o n.º 37. Não sei se já incluía o indicativo...Estou ansiosa por ir à caixa de costura da minha Mãe desenrolar todos os rolinhos, um a um, sabe-se lá o que irei encontrar!
Retalhos
Foi uma manhã memorável! Mais um workshop na Retrosaria da Rosa Pomar, desta vez para aprender os retalhos à portuguesa (e espanhola). Todas se identificaram imediatamente com esta técnica que tem tanto de eficaz como de bonita. Até os pequenos (!) erros lhe ficam bem. É claro que os tecidos foram escolhidos pela Rosa, o que foi meio caminho andado para o lindo resultado final. A reportagem completa no site da Ervilha Cor de Rosa.
Nem sei como é que no Minho não se fazia disto...
Nem sei como é que no Minho não se fazia disto...
A Gata Mia
Há muitos anos desejada, mas só recentemente prometida, eis que se concretiza o sonho dos meninos: "uma gatinha para amar!"
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