12 de fevereiro de 2010
11 de fevereiro de 2010
3 de fevereiro de 2010
american coverlet e a colcha portuguesa
A capacidade que os norte-americanos têm de admirar e perservar o seu património não cessa de me surpreender. É claro que daí até à capacidade de tornar esse património, e o culto do mesmo, num produto comercial vai um passo muito curto para eles.
É o que acontece, por exemplo, com as colchas tecidas por toda a América do norte, desde o tempo dos colonos até finais do século XIX. Estas colchas têm um fundo ou base feita em linho ou algodão, e motivos em relevo, coloridos, em lã, sendo, frequentemente, datadas, contendo a identificação dos estado de origem.
O National Museum of the American Coverlet dedica-se exclusivamente a preservar a expor este património.
Para que o passado se torne presente, o Museu, em colaboração com uma produtora têxtil, decidiu fazer uma linha de tecidos inspirada na estética destas colchas:
É o que acontece, por exemplo, com as colchas tecidas por toda a América do norte, desde o tempo dos colonos até finais do século XIX. Estas colchas têm um fundo ou base feita em linho ou algodão, e motivos em relevo, coloridos, em lã, sendo, frequentemente, datadas, contendo a identificação dos estado de origem.
O National Museum of the American Coverlet dedica-se exclusivamente a preservar a expor este património.
Para que o passado se torne presente, o Museu, em colaboração com uma produtora têxtil, decidiu fazer uma linha de tecidos inspirada na estética destas colchas:
Como os livros não se incluem na decisão de contensão aplicada aos tecidos, já tenho este na mira, para aprender um pouco mais sobre este assunto:
Fiquei a pensar nas lindíssimas colchas portuguesas, tão esquecidas que já nem se vêm às janelas, nas procissões:
2 de fevereiro de 2010
retalhos
Arrumados todos os meus tecidos no novo espaço que lhes destinei, percebi a verdadeira dimensão dos excessos que venho cometendo... é tão difícil resistir-lhes! Decidi, então, fazer do meu blog a minha prateleira, já que em casa não resta mais espaço. Aqui mostro dois dos meus recentes preferidos, de uma das minhas designers favoritas:
interiores
Bela reportagem fotográfica na Máxima Interiores, com vários objectos e ideias que bem poderiam fazer parte da minha wish list... É a casa em Lisboa do editor da loja de tecidos Gastón y Daniela, vale a pena visitar:
31 de janeiro de 2010
selos
Por causa da exposição "selos portugueses no oriente", no Museu do Oriente, fui redescobrir a minha muito esquecida mas adorada colecção de selos. Comprometi-me a nunca mais voltar a passar tanto tempo sem olhar para ela, e desse propósito nasceu uma ideia para decorar as paredes cá de casa... depois mostro aqui.
27 de janeiro de 2010
muito frio
"Menino do cobertor", Lauro Corado, Museu Grão Vasco
frio
Estas luvas tricotadas, muito em voga no início do século XIX, nos Estados Unidos da América, rezam assim:
"One thing you must not borrow nor never give awayX
For he who borrows trouble will have it every dayX
But if you have a plenty and more then you can bearX
It will not lighten yoursXX
if others have a shareX
You must learn to be contented then will your trouble ceaseX
And then you may be certain that you will live in peaceX
For a contented mind is a continual feast."
...Conselhos sábios para ter "à mão"!
25 de janeiro de 2010
20 de janeiro de 2010
em espera
Há uns meses atrás, passei boa parte do tempo que deveria ter utilizado para actualizar o meu blog a admirar tecidos que se vendem por este mundo fora. Claro que, aqui e ali, fui caindo (muito...) em tentação, formando, aos poucos, um stash lindo de se ver, mas sem destino concreto à vista. Sugestões (e encomendas) são bem vindas!
luz
O nosso escritório to be vai precisar de luz... tentando fugir ao eixo IKEA-area-caríssimos antiquário de S. Bento, procurei muito mais a norte e descobri a L de luz, no Porto, com estes belíssimos exemplares, a preço simpáticos, a avaliar pelos que se praticam por aqui. Vejam e desejem ter um, ou mais, como eu!
inspiração
Se eu tivesse que ser fã n.º 1 de alguém em matéria de "torcidos e tremidos" (como diria o J.) seria da designer e pintora Anna Maria Horner. Gosto incondicionalmente de tudo o que faz, dos padrões vaporosos e cores vibrantes dos tecidos que desenha, aos seus encantadores moldes de vestidos, almofadas e quilts...
Numa sequência de fotografias, da sua autoria, retrata a vida quotidiana de mulher artista/empresária e mãe de 6, com lindíssimas imagens, algumas no interior da sua casa, verdadeiramente inspiradoras!
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Açores, sec. XX (Museu de Arte Popular)
Trás-os-Montes, sec. XX (Museu da Arte Popular)
Açores, sec. XX (Museu Nacional de Etnologia)



































