21 de julho de 2008

Freudian slip

Hoje, numa reunião com um cliente inglês sobre um assunto difícil que se arrasta há já muito tempo, querendo referir-se ao assunto objecto de análise, sai-se a consultora com a seguinte frase: "this issue we've been disgusting...."

Veja-se a subtileza da substituição inconsciente de "discussing" por "disgusting".
A protagonista nem se apercebeu do seu acto falhado. Nem mesmo quando, no final da sua frase, obteve do cliente, bom ouvinte, como resposta, o absoluto silêncio.

18 de julho de 2008

14 de julho de 2008

12 de julho de 2008

baú

desculpem, mas à míngua de tempo, vêm à luz as antiguidades que trago guardadas no meu baú...

Well I think I see another side
Maybe just another light that shines
And I look over now through the door
And I still belong to no one else

Maybe I hold you to blame for all the reasons that you left.
And close my eyes 'till I see your surprise
And you're leaving before my time.
Baby won't you change your mind?

Surely don't stay long I'm missing you now.
It's like I told you I'm over you somehow
Before I close the door
I need to hear you say goodbye.
Baby won't you change your mind?

I guess that hasn't changed someone
Maybe nobody else could understand
I guess that you believe you are a woman
And that I am someone else's man

But just before I see that you leave
I want you to hold on things that you said
Baby I wish I was dead.

Surely don't stay long I'm missing you now.
It's like I told you I'm over you somehow
Before I close the door
I need to hear you say goodbye
Baby won't you change your mind?

3 de junho de 2008

20 de maio de 2008

Já agora, mas só se não der muita maçada...

"Apesar de desconhecer se alguma vez algum pedófilo adoptou uma criança em Portugal, o Procurador-Geral da República, Pinto Monteiro, defendeu hoje que se introduzam algumas alterações à lei para evitar que tal situação possa acontecer." (Público, 20.05.2008)

running to stand still


Amiga, envio-te este pedaço de cidade, aguardando o teu regresso.

Sem um título


- Mamã, se eu nunca tivesse existido, onde é que eu estava agora?

- Em todo o lado ao mesmo tempo...

- ... e era bom se nunca tivesses existido também, porque assim estávamos juntas.

brincadeira

- Mamã?

- Sim?

- Qui é ito?

- São brincos.

- Brincos pa brincar?!