8 de maio de 2011

Κύπρος

Numas poucas dezenas de horas, fui ao outro extremo da Europa e voltei.
Como a deslocação tinha propósito específico, acabei por não ver nada do que procuraria se fosse em passeio: as bordadeiras e rendeiras cipriotas, os museus e vestígios arqueológicos...

Quando assim é, acordo a desoras na tentativa de abrir uma janela no tempo para poder tomar consciência do novo sítio onde me encontro. Ainda que isso signifique tomar o pequeno-almoço na companhia dos pardais e que os únicos habitantes locais que aviste sejam jardineiros madrugadores.
O grande protagonista destes breves instantes foi o Mediterrâneo em que mergulhei visualmente, adivinhando o Líbano do lado de lá...
 

...e mais uns instantes para os souvenirs.

Durante os vôos li de uma ponta a outra after dark, uma novela envolvente que reconduz o Tempo ao seu lugar devido e esbate, como o seu autor sabe fazer magistralmente, a fronteira entre realidade e fantasia.

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