A expressão não é minha (D. Anzieu) e ocorreu-me quando vi a manta de retalhos pronta depois de se ter vindo a fazer em várias sessões de formação com a Rosa Pomar.
Seguiu de perto uma das minhas mantas de retalhos preferidas de sempre;
Os tecidos são de designers maravilhosos que não resisto a coleccionar (Heather Ross, Philip Jacobs, Denyse Schmidt, Kaffe Fassett, Martha Negley...) mas também da feira de Braga que aprendi a gostar frequentar com a minha Mãe;
As sugestões das várias mulheres presentes enriqueceram-na;
Mãos críticas questionaram-na um pouco mais do que ontologicamente;
Este olhar criativo e resiliente guiou-me na selecção das cores e padrões e não me deixou partir sem a terminar.
De estritamente meu a manta de retalhos tem muito pouco o que, parece-me, não podia estar mais de acordo com a sua natureza.



3 comentários:
Parabéns ficou muito bonita, bem te podes orgulhar dela! :-)
Joana, a tua manta é muito bonita com uma selecção de cores e padrões que me agradam muito!
E agora... vais alcochoa-la à mão?
Parabéns:)
Diane: sim, já comecei, mas aguarda-me uma longa caminhada :)
Obrigada!
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