17 de agosto de 2010

Feira de Braga


Ir à feira de Braga não é para qualquer um. É um excesso de objectos, tradicionais ou chineses, de barros e de plásticos, de linhos e de acrílicos... É um exesso de cheiros, do pó das mercadorias e do pó do chão, das marmitas dos feirantes, das tranças de alhos e de cebolas, dos vimes acabados de entrançar. É um excesso de sons, da venda dos CDs aos pregões dos ciganos, passando pelos palavrões de fazer corar as pedras da calçada... É um excesso de gente, de emigrantes em fim de férias, de vendedores e suas famílias, e de viciados em feiras, como eu. É um excesso de coisas do bom e do melhor, para olhar e para comprar, e ninguém de lá sai de mãos vazias.
Eu já sou uma veterana, apesar de, desde há cerca de 10 anos, terem sido poucas as oportunidades de cá estar às terças-feiras. Mas sempre soube que aqui se encontram verdadeiros tesouros!
Por isso, hoje não fiquei surpreendida quando encontrei uma bancada pejada de botões antigos, daqueles de vidro, a que não resisti. Depois de desempoeirados e bem lavados, ficaram assim:


O Sr. José Luís Araújo (telem. 914149897) tem "mais lá disto em casa" e se houver interessados é favor avisar que estarão disponíveis logo na terça-feira seguinte. Parece que "já ninguém os quer". Será?

Havia também galões lindos, antigos, daqueles de algodão com patinhos e flores, e que já quase não se encontram em lado nenhum...

1 comentário:

Anónimo disse...

Quem me dera estar em Braga convosco nessa feira das maravilhas!!
beijinhos
T