6 de julho de 2009

Carl Larsson

Recentemente descobri-o e ainda não consegui deixar de vê-lo, ler o que sobre ele se escreveu e até já andei à procura de voos para a Suécia... Encontro reunidas na obra dele das coisas que mais me apaixonam: representações de interiores de casa e de cenas da vida familiar e doméstica, a estética da transição do século XIX para o século XX, presente nos têxteis, nos quadros pendurados na parede, nas pregadeiras nos vestidos, nos móveis, nos arranjos das flores nas jarras... a representação maravilhosa do quotidiano da infância dos seus filhos, os brinquedos, os vestidinhos, a doçura das travessuras, os momentos de estudo, as festas de aniverário, os Natais... a ternura com que retrata a sua mulher (também ela pintora e um nome importante no design têxtil sueco)...


Este encantamento acontece-me, precisamente, numa altura em que ando em busca da fórmula mágica para colocar o piano, que já vem a caminho, no quarto da Francisca, e conciliá-lo funcional e esteticamente com os outros objectos necessários às outras actividades a que se dedica no mesmo espaço, à brincadeira, ao estudo, ao descanso... Nenhuma revista de decoração me inspirou como as aguarelas de Larsson. Sei que voltarei a ele, aqui, em breve.


Site oficial de Carl Larsson

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